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Acho engraçado quando pessoas que se dizem “cinéfilos “  não ter  paciência para assistir  um filme longo acima de 2 horas de duração ,que na maioria das vezes são grandes obras primas,literalmente. Isso que muitos nem conhecem o filme mais longo de todos os tempos,trata-se do longa  norte – americano ”The Cure for Insomni (A cura para insônia)” que entrou para o livro dos recordes com sua duração de 87 horas . Escrito e dirigido por John Henry Timmis IV,o filme funciona como  um programa experimental, na tentativa de “reprogramar “o relógio biológico dos insones para que eles pudessem voltar a dormir – quem sabe durante a própria exibição do filme. The Cure for Insomnia foi mostrado pela primeira vez, na íntegra, no Instituto de Arte de Chicago, nos Estados Unidos, em 1987. A sessão começou no dia 31 de janeiro e só terminou no dia 3 de fevereiro.

O ator principal é o poeta americano L.D. Groban, que aparece em cena lendo um poema épico de sua autoria com mais de 4 mil páginas! À leitura da obra literária misturam-se cenas de arquivo com os mais variados temas, de videoclipes de heavy metal a cenas de sexo explícito captadas de fitas eróticas. Quem viu garante que a película tem momentos hilariantes, outros de pura genialidade, mas o que predomina mesmo é o tédio.

Em 1970, outro filme-maratona ficou famoso: The Longest Most Meaningless Movie in the World (”O Filme Mais Longo e Mais Sem Sentido do Mundo”). Exibido em algumas poucas salas de cinema na Inglaterra, ele também usava cenas de arquivo e durava 48 horas. É claro que filmes assim não entram no circuito comercial, são apenas obras experimentais.

Hollywood também tem suas grandes obras,confira abaixo os 10 filmes mais longos da história de todos os tempos.vale lembrar que os filmes citados,são que o entrarm em circuito nos cinemas.

O ator principal é o poeta americano L.D. Groban, que aparece em cena lendo um poema épico de sua autoria com mais de 4 mil páginas! À leitura da obra literária misturam-se cenas de arquivo com os mais variados temas, de videoclipes de heavy metal a cenas de sexo explícito captadas de fitas eróticas. Quem viu garante que a película tem momentos hilariantes, outros de pura genialidade, mas o que predomina mesmo é o tédio.

Em 1970, outro filme-maratona ficou famoso: The Longest Most Meaningless Movie in the World (”O Filme Mais Longo e Mais Sem Sentido do Mundo”). Exibido em algumas poucas salas de cinema na Inglaterra, ele também usava cenas de arquivo e durava 48 horas. É claro que filmes assim não entram no circuito comercial, são apenas obras experimentais.

Hollywood também tem suas grandes obras,confira abaixo os 10 filmes mais longos da história de todos os tempos.vale lembrar que os filmes citados,são que o entraram em circuito nos cinemas.

 

cleopatra

1. CLEÓPATRA (1963)

Duração :4h03
Direção: Joseph L. Mankiewicz

O Filme conta  a ascensão e o declínio de Cleópatra, rainha do Egito, sua luta para defender o império das ambições políticas e territoriais de Roma e seu relacionamento com Júlio César e Marco Antônio.
Além ser o mais longo , Cleópatra é considerado o filme mais caro de todos os tempos; planejado para custar 2 milhões de dólares em 1962, sua produção custou 44 milhões de dólares em valores da época. Segundo valores atualizados em 2005, o filme custou 286,4 milhões de dólares.Com o relativo fracasso comercial, quase levou à bancarrota a 20th Century Fox, produtora e financiadora do filme.
Por sua participação em Cleópatra, Elizabeth Taylor foi a primeira atriz de Hollywood a receber um milhão de dólares pela atuação em um filme. Até então o recorde era de Audrey Hepburn, que recebeu um salário de 750 mil dólares por “Bonequinha de Luxo”.

 

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2. E O VENTO LEVOU (1939)

Duração : 3h42
Direção: Joseph L. Mankiewicz

Adaptado do livro homônimo de autoria de Margaret Mitchell. O filme conta a saga da voluntariosa Scarlett O’Hara, filha de um imigrante irlandês que se tornou um rico fazendeiro do sul dos Estados Unidos, durante a guerra civil estadunidense.

Ficou famosa em Hollywood a disputa das atrizes pelo papel de Scarlett. Mais de 1400 atrizes foram entrevistadas para o papel, sendo que mais de 400 chegaram a fazer leitura do roteiro.

 

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3. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962)

Duração: 3h42
Dirigido: David Lean

O filme narra a história do aventureiro tenente inglês T.E. Lawrence(Peter O’Toole). Pouco acontece durante as mais de três horas: não há batalhas sangrentas ou dilemas amorosos. No entanto, poucos filmes fotografaram o deserto de maneira tão bela.

Quando o filme estreou, continha 222 minutos. Devido às reclamações dos donos dos cinemas, o filme foi cortado em 35 minutos, passando para 187 minutos, para haver mais uma exibição diária. Só em 1989 é que foram restítuídos os 35 minutos que lhe faltavam.Apesar de ser um filme com quase quatro horas de duração, não tem nenhuma atriz. Todos os protagonistas são do sexo masculino.

 

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4. OS DEZ MANDAMENTOS (1956)

Duração: 3h40
Direção: Cecil B. DeMille

A épica vida de Moisés (Charlton Heston), desde recém-nascido, quando foi colocado nas águas em um cesto e acabou sendo adotado por uma princesa egípcia, até quando descobre sua real condição e decide liderar seu povo que, escravizado pelos egípcios, anseia pela liberdade.

 

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5. O PORTAL DO PARAÍSO (1980)

Duração: Duração: 3h39
Direção: Michael Cimino

Heaven’s Gate (O Portal do Paraíso).Tendo sido um dos filmes mais caros da história do cinema, foi também um dos maiores fracassos de bilheteria que levou à falência o estúdio da United Artists. É referido muitas vezes como sendo o filme que “matou o Western”. A sua acção decorre durante a Guerra do Condado Johnson, entre os barões do gado e imigrantes europeus na década de 1890, no Wyoming.

Para a realização do filme, gastaram cerca de US$ 45 milhões (no valor atual a cifra equivale a US$ 110 milhões), mas só arrecadaram US$ 1 milhão nas bilheterias (ou seja, houve um prejuízo de quase 98%). Este filme é considerado um dos piores da história cinematográfica.

 

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6. BEN-HUR (1959)

Duração: Duração: 3h32
Direção: William Wyler

Em Jerusalém no início do século I vive Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu. Mas, com o retorno de Messala (Stephen Boyd), um amigo da juventude que agora é o chefe das legiões romanas na cidade, um desentendimento devido a visões políticas divergentes faz com que Messala condene Ben-Hur a viver como escravo em uma galera romana, mesmo sabendo da inocência do ex-amigo. Mas o destino vai dar a Ben-Hur uma oportunidade de vingança que ninguém poderia imaginar.

 

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7. O SENHOR DOS ANÉIS – O RETORNO DO REI (2003)

Duração: Duração: 3h30
Direção: Peter Jackson

Peter Jackson criou a melhor e maior trilogia de todos os tempos ,e seus impressionantes números falam por si: Desde o inicio do roteiro ,as filmagens e as montagem dos filmes que foram feitos simultaneamente até o lançamento da trilogia foram mais de 8 anos,.Juntando os 3 filmes temos 567 minutos de duração sem incluir a versão extendida mais , sem contar as 550 horas de making of. Os 3 filmes estão entre  25 filmes mais lucrativos da história do cinema,sendo que orçamento dos três filmes foram de apenas 270 milhõessde doláres.Peter Jackson é rei !

 

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8. SPARTACUS (1960)

Duração: 3h18
Direção: Stanley Kubrick

O filme conta a trajetória de Spartacus (Kirk Douglas ), um escravo que se rebela contra o Império Romano. e se torna um gladiador.

Em 1991 foi lançada uma versão restaurada de Spartacus, que continha 13 minutos a mais que o original. Nesta nova versão, o ator Anthony Hopkins dublou a voz de Laurence Olivier na cena de banho entre seu personagem, Crassus, e Antoninus (Tony Curtis).

 

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9. A LISTA DE SCHINDLER (1993)

Duração: 3h17
Direção: Steven Spielberg

Baseado no livro Schindler’s Ark de Thomas Keneally (o livro foi mais tarde renomeado para Schindler’s List). O filme, dirigido por Steven Spielberg, relata a história de Oskar Schindler, um checo/tcheco que foi instrumento para salvar a vida de mais de mil judeus polacos/poloneses durante o Holocausto. O título refere a lista de 1.200 judeus que Schindler contratou para trabalhar na sua fábrica, tirando-os dos campos de concentração.

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10. TITANIC (1997)

Duração: 3h15
Direção:James Cameron

As mais de três horas de duração para contar a história do naufrágio desse transatlântico valeram a pena: ainda hoje Titanic está em primeiro lugar no ranking das maiores bilheterias do cinema em todos os tempos, com um faturamento de mais de 1 bilhão de dólares.

 

Li no CinemaeAfins

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Sinopse: A história do filme se baseia na cultura Maia que segundo suas lendas, afirmam que a terra, chegará em seu derradeiro final no ano de 2012 9fim do calendário Maia).

A teoria revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da Terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável com um grande numero de desastres naturais como erupções vulcânicas e tempestades.

Elenco: John Cusack, Amanda Peet, Chiwetel Ejiofor, Danny Glover, Thandie Newton, Oliver Platt, Thomas McCarthy, Woody Harrelson e Chin Han.

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Confesso que não gosto de contrapor as pessoas e pensamentos, porque acredito na individualidade perceptiva de cada um, mesmo se tratando de Deus, quando cada um sente, vê e segue o que lhe supre a carência deixada pelo distanciamento como conseqüência do pecado.

Porém, logo pela manhã me deparo com a capa instigante da revista “Serafina” publicação da Folha de São Paulo, de cara, ou melhor, de capa, com rosto de Woody Allen.

“A realidade é dura, mas ainda é o único lugar onde se pode comer um bom bife…” W. A.

Pra quem não sabe, W. A. é cineastra, roteirista, escritor e ator, também já foi músico, lançou filmes conhecidos como: A Midsummer Night’s Sex Comedy (Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão) e The Purple Rose of Cairo (A Rosa Púrpura do Cairo).

“Sou neurótico mesmo, não precisa usar eufemismos” W.A.

A maioria de seus filmes falam sobre neuroses comportamentais do dia-a-dia, também são repletos de críticas e convicções pessoais, como se quisesse influenciar uma geração de medíocres entupida com suas crenças e superficialidade.

“Não existe Deus, nada parece ter nenhum sentido, a vida é tão cruel e aleatória. O que a gente veio fazer aqui?” W. A.

Um gênio em tudo o que faz, porém sem nenhuma esperança de um futuro na eternidade, esta, que move milhões de pessoas em busca de um Deus, invisível: um pai, amigo, irmão e esposo que supre a necessidade afetiva do espírito humano.

“Mais do que em qualquer outra época, a humanidade está numa encruzilhada. Um caminho leva ao desespero absoluto. O outro, à total extinção. Vamos rezar para que tenhamos a sabedoria de saber escolher”. W. A.

Pensei: Que cara triste!

Como deve triste não ter nenhuma razão de esperança, nenhum motivo para se viver aqui e o amanhã ser simplesmente o NADA. Pra que deixar uma história? Pra que influenciar milhões? Pra que tantos filmes premiados?

Talvez por uma glória de 100 anos, mas, o que é isso diante da eternidade?

Talvez o NADA seja o lugar silencioso e mais cômodo que uma alma possa estar. Talvez o grito de desespero do NADA se confunda com pensamentos brilhantes de uma mente vazia sem esperança. Talvez, esta briga com Deus seja apenas um disfarce sobre sua própria necessidade de ter alguém que o socorra. Talvez eu esteja errada, talvez ele esteja… talvez, talvez…

“Por que Deus não fala comigo? Se Ele pelo menos tossisse!” W. A.

O Nada é capaz de satisfazer sua alma? Ou existe algo maior que pode preencher todo o vazio?

Fica aí a pergunta!

Thaís Chioqueti | Solomon1

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O estúdio DreamWorks, de Steven Spielberg, adquiriu os direitos para levar aos cinemas a vida de Martin Luther King, ícone da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, informou a edição digital da “Variety”.

O projeto é um sonho antigo de Spielberg e seu sócio Stacey Snider, que tentaram durante anos obter as permissões legais para realizar o filme.

“Estamos honrados de ter a oportunidade de contar este momento histórico. Temos esperança de que o poder criativo do cinema e o impacto da vida do doutor King possam ser combinados para apresentar uma história de poder inegável da qual possamos estar orgulhosos”, comentou Spielberg.

Martin Luther King foi assassinado em 1968, em Memphis, quando tinha 39 anos, e foi a pessoa mais jovem a receber o prêmio Nobel da Paz por seu trabalho para acabar com a segregação racial e a discriminação nos Estados Unidos.

Este líder civil registrou durante sua vida os direitos autorais de seus discursos e outras obras, uma propriedade que passou a ser administrada por seus herdeiros.

O filme da DreamWorks será o primeiro a contar com a autorização para usar integralmente o trabalho de King, incluindo o famoso discurso “I Have a Dream”, que aconteceu em 1963, em Washington DC, a fim de reproduzir um retrato fiel de sua vida.

Li no “O que deu na Telha”

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Você, por acaso, já parou para pensar quanto vale uma vida? Com certeza irá dizer que não há dinheiro no mundo que pague uma vida. Mas eu te digo que houve dinheiro no mundo para pagar por 1.100 vidas na época do holocausto.

Estou falando da história de Oskar Schindler. A sua história é tão marcante, tão profunda que Steven Spielberg criou um roteiro e dirigiu um dos filmes mais marcantes da história.

A Lista de Schindler não é somente um filme que fala sobre a época do holocausto, é um filme que mostra os valores da humanidade, até que ponto a loucura e a ganância se juntam para torturar e desprezar milhões de pessoas.

Valores humanos, a luta por sobrevivência, amor ao dinheiro, prazer por matar, preconceitos, luxuria, fome, são expostos de uma maneira tão explícita que nos perguntamos a todo o momento: O que eu faço para que outros vivam melhor? Ou o que faço para ajudar? Em contrapartida vemos os valores de uma pessoa saltarem de si mesma para que um pouco de dignidade entre os judeus ainda exista, gratidão, honra, compaixão, amor, sabedoria.

Com uma edição fascinante, trilha sonora perfeita, composição de cenário e um enredo riquíssimos, o filme foi premiado com 7 Oscars em 1994, incluindo o de melhor filme e melhor diretor.

 

 

http://alistadeschindler.com/                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            por Taynara Barreto                                                         

 

 

 

 

 

 

 

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ensaio01

Alguns anos atrás li o livro do José Saramago, Ensaio Sobre a Cegueira e fiquei vidrado na estória. Achei-a fantástica, de uma criatividade sem fim e de uma profundidade cativante, além dos calafrios que provbranca e vivesse aqueles dias terríveis. ocou neste leitor o imaginar-me na situação de alguém que sofresse de cegueira 

Desde que ouvi pela primeira vez a notícia de que o Fernando Meirelles iria gravar uma versão para o cinema fiquei empolgadíssimo e um tanto duvidoso. Afinal, mesmo sendo admirador do Meirelles, conseguiria ele levar fielmente uma história tão cheia de nuances inovadores, a própria dimensão do que seria essa cegueira desconhecida e todo o campo surreal que envolve o texto para o cinema? Fiquei temeroso, até porque já havia lido algumas críticas negativas (será que quem criticou leu o livro?), mas mesmo assim fui ver com meus próprios olhos.

E o que vi foi que realmente o Fernando Meirelles merece nossos aplausos, pois com esse filme destaca-se naturalmente como um dos principais nomes do cinema mundial. A sensibilidade da fotografia e da cenografia é perturbadora. Senti como se estivesse lendo o livro novamente, uma sensação de Déjà Vu constante, porque a locação da quarentena não foi em nada diferente da que imaginei quando li o livro, o que me deixou perplexo, estupefato e satisfeitíssimo, posso dizer. Além do mais, pasmem, o filme foi todo gravado em São Paulo! Tendo no elenco nada mais nada menos que Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Danny Glover e Gael Garcia Bernal.

 Para quem não sabe nada a respeito, farei um resumo do resumo. Tudo começa quando um homem perde a visão de repente. Ele sabe-se cego porque não enxerga nada além de um grande clarão branco. Um homem ajuda-o a chegar em casa, rouba seu carro, e vai embora. Porém, o ladrão também é apanhado pela cegueira branca, assim como todas as pessoas que tiveram contato com os cegos. É uma epidemia de cegueira que se alastra rapidamente. Em poucas horas a pessoa contagiada torna-se também cega. 

 O governo decide então colocar sobre quarentena todas as pessoas infectadas, num lugar como que abandonado, sem a mínima estrutura para receber tantas pessoas. Contudo, em meio a isso uma mulher, esposa de um médico que foi um dos primeiros a ficarem infectados pela cegueira branca, vê-se imune ao contagio. E tendo ido para a quarentena com seu marido, passando-se por cega apenas para cuidar dele, vê-se então num lugar insalubre, imundo, desumano, onde a comida é racionada e as pessoas vivem em estado de desespero. 

 Contudo, quando tudo parecia se acalmar, um grupo de cegos de uma das alas do isolamento decide tomar a comida à força, apenas por possuírem uma arma, e passam então a vender a comida aos cegos das outras alas. Após a primeira venda, percebendo que ninguém mais possuía dinheiro e que dinheiro ali na verdade não valia nada, decidem então trocar comida por sexo. As mulheres deveriam prestar serviços sexuais aos homens da ala dominante em troca de comida para os cegos das outras alas. E aí é que o caos se instaura de vez.

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 Julianne Moore faz o papel da mulher que não perdeu a visão. A única que não foi contaminada e tornou-se os olhos, as mãos, os pés, enfim, tornou-se a prancha de salvação para o grupo de cegos que ela decidiu ajudar. Todos os dramas desse personagem, sua frustração diante da angústia e sofrimento do marido e de todos os cegos à sua volta, é sem dúvida algo conturbador. Uma grande crise para quem se sente ao mesmo tempo responsável e incapaz, submersa pela solidão que sua visão lhe proporciona.

 Assistir ao filme é uma boa oportunidade para quem deseja um bom motivo para pensar e repensar as coisas. É um filme recomendado para quem se sabe portador de visão em terra de cegos – visão esta doada pelo Rei – e que põe o ditado de cabeça para baixo, fazendo de quem tem olho em terra de cego não um soberano, mas um servo.

 

E o que foi Jesus para conosco senão um servo para com os cegos? 

E o que seremos nós para com o próximo? 

Vale a questão, e vale o ingresso.

 

 

Naquele que tirou a escama dos nossos olhos,

 

Lucas Souza

Texto extraído do Blog/Site do Lucas Souza 

 

Veja o Trailer: