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Flexada!

Posted on: 09/12/2009

Lucas-Souza-Banda

Se tem uma banda que posso dizer que ouço e muito, é Lucas Souza Banda.

Me lembro até hoje a primeira vez em que escutei esses rapazes de Vitória-ES. Não fazia idéia de quem eles eram, que som faziam e etc. Sei que ouvi a primeira vez e não parei mais.

Um misto de Bright rock com baladas no violão, e riffs marcantes de teclado, a bateria cheia de pegada, e claro,  os efeitos eletrônicos que dão um diferencial ao som. Com influências de: U2, Coldplay, Delirious?,  Matt Redman, Chris Tomlin, David Crowder Band, Keane e The Killers, essa banda que está na estrada desde 2002 tem ministrado em várias cidades do Brasil e da Europa.

 

Lucas

 

A banda já lançou 3 Cd’s: “Capturado” em 2004, “Caminho de Revolução” em 2005, “Doxologia” em 2007 e atualmente a banda tem preparado tudo para lançar seu 4º CD “Cidade do Amor”, com faixas inéditas e produzidas por Lúcio Souza. Atualmente, Lucas Souza está em turnê pela Europa onde também masterizou o “Cidade do Amor”, no Abbey Road Studios em Londres.

Quem quiser conhecer um pouco mais da banda e escutar algumas músicas aqui vai alguns links:

Blog+Site: www.lucassouza.com.br

Myspace: www.myspace.com/lucassouza

 

Abaixo você confere um pouco da masterização do CD e trechos das canções que irão compor o “Cidade do Amor” e o Clip da música “Eu quero ir” do CD “Caminho de Revolução”.

Aquele Abraço!

 

“Eu quero ir”

Lucas Souza Banda 

CD Caminho de Revolução”


palavrantiga-foto2

Se é possível imaginar algum tipo de música que envolve, ao mesmo tempo, a não-pretensão e o propósito, pense em Palavrantiga. O que quero dizer é: o que leva uns caras malucos que tocam muito bem a fazer esse som que a gente vem descobrindo nos últimos meses? Um rock cheio de referências britânicas, falando alguma coisa sobre parar com esse papo de achar que sabe tudo sobre Deus (”Pensei que só por meu pensar tu virias a ser, mas não…”), e de repente, no meio de tudo (destas guitarras vintage em amps Vox), entra uma bossa nova revisitada, à la “Los Hermanos” ou “Mombojó”.

Tudo com essa voz grave do Marcos, que quando canta “Pensei que poderia explicar a grandeza que és, mas não…” parece estar sorrindo pra quem realmente achava que podia fazê-lo e dizendo “vem cá, deixa eu te falar uma coisa:

“É que a música soou, mesmo sem minha voz”

E como são antiquados e antigos: resolveram fazer música boa e dizer que estão ligados em coisas de tempos remotos. Talvez “verbos remotos” (primeiro nome dos rapazes). Pra quem ouve fica evidente que falam de sua espiritualidade – sem medo ou receio de que sejam mal entendidos. E não há como acontecer desentendimento. Afinal, não são desplugados da realidade como tantos e, na verdade, mostram que há preocupação para além dos guetos ou quatro paredes que os envolvam. Não é qualquer um que pára, solta a nota e faz a pergunta digna do salmista Bono Vox:

“Deus, onde estás?
A Igreja arrancou o sino,
o homem esqueceu o menino.
Fez castelo de ouro e prata e perdeu a vida.”

O que são estes questionamentos,  senão o sinal da mente inconformada de 4 caras (dois de Minas Gerais e dois do Espírito Santo)? Estão interessados no que se perdeu, no que ficou pra trás e tem sido chamado de velho. Cedem a tudo que convém e mantém o inconveniente para estes tempos: afirmar que Deus não abandonou este mundo, apesar das graves falhas daqueles que insistem em bradar na TV.

*Abaixo você confere o 1º Vídeo-Clip da banda. Um daqueles clips bem simples mas cheios de criatividade!

 

 

Matéria extraída do Blog Diversitá

http://diversita.blog.br/blog/2008/08/01/especial-palavrantiga-materia-e-entrevista/