UPA é União

Archive for the ‘Com Vocês:’ Category

É galerinha, foi por pouco, mas pouco mesmo… mas não pude ir na Missão Sábado, tive problemas de saúde e o encontro ficou para uma próxima. E Deus sabe o que faz,  afinal, Esperar é Caminhar. Mas como temos amigos legais expalhados por esse Brasil, nós conseguimos algumas fotos e um vídeo muiiiiiiiito bom de uma música inédita do Palavrantiga, que confesso, me arrepiou!

Então, aproveite!

=)

Um grande abraço ao Leo Norbim, e a Nice Hoffman pela disposição e registros!

Palavrantiga

Palavrantiga

Palavrantiga

Palavrantiga

Palavrantiga

 

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O portal Cristianismo Hoje está de cara nova!

Mais dinâmico e com um layout bem atrativo, o portal traz textos excelentes de seus colunistas. Sempre recheados de criatividade e sabedoria.

Vale a pena conferir e divulgar!

Para visitar o portal basta clicar aqui.

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Sinopse: A história do filme se baseia na cultura Maia que segundo suas lendas, afirmam que a terra, chegará em seu derradeiro final no ano de 2012 9fim do calendário Maia).

A teoria revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da Terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável com um grande numero de desastres naturais como erupções vulcânicas e tempestades.

Elenco: John Cusack, Amanda Peet, Chiwetel Ejiofor, Danny Glover, Thandie Newton, Oliver Platt, Thomas McCarthy, Woody Harrelson e Chin Han.

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A Microsoft apresentou na E3 o Project Natal (pronuncia-se “nuh-tall”), – ele combina uma câmera RGB sensor de profundidade, microfones e um processador que podem reconhecer e monitorar os movimentos dos jogadores no espaço 3D, assim como responder a comandos verbais.


Foto por Seloti http://www.flickr.com/photos/seloti/

Salve! Salve!

O querido Eduardo Mano* postou em seu Blog um texto interessante sobre suas impressões sobre a  VIRÁ.

Quem puder conferir é só acessar o Blog do Eduardo clicando aqui.

*Eduardo Mano é Publicitário, Designer, Músico, Estudante de Teologia, Colunista do 
Solomon1 e Blogueiro de primeira!

Abraço à todos!

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Antes de mais nada, é preciso ficar claro: Cidade do Amor é símbolo de um explícita linha divisora na carreira de Lucas Souza. E aqui me refiro, obviamente, a um excelente sentido. Seu novo CD é nada menos que seu melhor trabalho.

Partindo para um processo agora 100% autoral em parceria com o irmão e produtor Lúcio Souza, o cantor firma seu álbum no caminho daquilo que é pouco óbvio. Passamos por escolhas sonoras, de letras e conceitos que agora representam um todo coeso, ao contrário daquilo que nem sempre encontrávamos em seus CDs anteriores (mas a gênesi de tudo isto certamente estava lá). Em Capturado ou Caminho Para Revolução havia sim ótimas canções como as inesquecíveis “Estrela da Manhã” ou “Vou Ficar Aqui”. Entretanto, nos seus dois primeiros trabalhos, também tínhamos baixas que se evidenciavam em canções que simplesmente esquecíamos com o tempo ou não atraíam mais a audição. Lembramos ainda que, tal qual esse novo disco, eram produções independentes, feitas na base da coragem, levando também a nem sempre encontramos os melhores timbres. Havia a bela voz do próprio Lucas, a criatividade e destreza dos músicos, mas sempre faltou algo mais. Eis que nos encontramos com Cidade do Amor.

Este é, sem sombra de dúvida, o trabalho para o qual a dupla Lucas e Lúcio Souza parece ter se dedicado mais na busca pelo que há de melhor na função de um músico. Se o russo Tarkovisky diria que o cinema é a arte de esculpir o tempo, pensemos a música como a arte de desenhar as melhores ondas sonoras harmônicas, cadenciadas e melódicas. É possível encontrar em Cidade este desenho da primeira a última faixa – incluindo a secreta que vem logo após a número 12.

Para os leitores d’outros contextos, precisa ser explicado. Falamos de um cantor dedicado a falar de temáticas espirituais, claramente cristãs. Mas se isso deveria assustar em tempos de Regis Danese tocando em todas as rádios, incluindo as “não-cristãs”, calma: você está diante do trabalho de alguém que está exatamente distante de qualquer realidade de música dita cristã que você possa encontrar no Brasil. No mesmo caminho de qualidade que Lucas, hoje há apenas o Palavrantiga – parceiros de longa data e que receberam o mesmo belo tratamento musical do produtor Lúcio Souza em seu EP. Ao contrário do que representou o Doxologia na carreira de Lucas, não há mais ligações explícitas com a música de tempos remotos – seja ela de séculos passados ou de poucas décadas atrás. Cidade do Amor é um disco sobre o futuro. Seja ele o futuro que o próprio Lucas acredita (deste sentir e viver o céu e a eternidade, presente em todas as faixas) ou mesmo em caminhos vanguardistas neste contexto quase vazio que nos encontramos atualmente. Junto ao Palavrantiga, Lucas hoje representa aquilo que a música feita por artistas cristãos deve ser: viva e não permeada por proselitismo barato; cheia de um desejo menos pretensioso e mais simples no realizar boa música.

Em Cidade do Amor, temos desde guitarras a la The Edge ou John Mayer, até pianos que passam por Keane e Norah Jones. Em Cidade do Amor há britpop, indie rock, blues e soul sem parecer que todo esse ecletismo formará uma salada de momentos amargos. Na verdade, como já foi dito aqui, encontramos uma coesão entre as músicas que surpreende. É saboroso poder encontrar em cada faixa algum tipo de surpresa a mais, evidenciando aquilo que, de maneira mais genérica, parece ser a principal influência num álbum como esse. Refiro-me ao interesse experimental, passando pelo eletrônico, que vem de David Crowder Band.  Isso pode ser encontrado de forma mais evidente em “O Mundo Viu a Sua Luz” ou “O Lar”.

O que fica, portanto, é um álbum inteiro cheio de canções que têm muito a dizer sobre fé e espiritualidade e que ficarão na memória por um bom tempo. O trabalho de Lúcio Souza (o qual é responsável por boa parte das canções do disco) como compositor e produtor tem me surpreendido e com sua viagem agora para a Europa certamente isso crescerá ainda mais. Lucas Souza, depois de tanta expectativa criada ao redor do seu terceiro trabalho, conseguiu não apenas alcançar o esperado, como nos surpreender.

por Ricardo Oliveira | Diversitá

 

Lucas Souza Banda

www.lucassouza.com.br

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“Nefelibata”, segundo o dicionário, “pessoa que anda ou vive nas nuvens” – sim, este é um post sobre música. É que mesmo após ouvir inúmeras vezesporenquanto, disco de estreia do Crombie, ainda não encontrei uma palavra que possa definir a experiência sensorial de ouvi-los cantar e tocar com tamanha simplicidade complexa: praiano, intimista, arrebatador, MPBista, neo-bossa-novista…

Com apenas dois anos de estrada, o Crombie possui maturidade autoral e musical invejável. O grupo carioca foi finalista do festival de bandas “B de Banda” promovido pelo Jornal do Brasil – e vencedor no júri popular.

Formado por Felipe Vellozo (baixo e vocais), Filipe Costa (violão e guitarra), Gabriel Luz (violão e vocais), Lucas Magno (percussões) e Paulo Nazareth (vocal e violão), o Crombie dá nova vida ao previsível cenário cristão brasileiro.

Nos primeiros segundos de audição, porenquanto pode parecer um disco de reggae, feito com violões e percussão, mas aos poucos a banda mostra seu diferencial. Cada canção é feita para surpreender, misturando acordes de Bossa Nova e MPB às guitarras levemente distorcidas, muito semelhantes às do Los Hermanos.

Cristãos da Igreja Betânia em Niterói, os meninos se utilizam da poesia singularmente para expressar o amor de Deus. Quase tudo é temporal, temporal porque está sujeito a um sujeito chamado Tempo, que é mais que momento, que não se confessa, pois não sente culpa de nada, são os primeiros versos de Sobre o Tempo, quarta faixa do disco, que já soa bem rock.

Em entrevista exclusiva ao alforria, o grupo contou um pouco mais de suas influências, sua história e disponibilizou em primeira mão – legalmente – seis músicas do álbum. Para comprá-lo, entre em contato por meio do oscrombie@gmail.com ou clique para fazer o DOWNLOAD DO DISCO (autorizado pela banda).

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alforria: Qual o significado do nome da banda?

Crombie: Bom, o nome da banda era um apelido que demos ao dono do estúdio no qual gravamos o CD. O chamávamos de Heber Crombie, por causa de uma blusa que vimos na rua. Como essa historia é bem ruim, preferimos nem explicar desse jeito. Na verdade, Crombie é um termo vazio de significado, assim temos liberdade de imprimir um.

alforria: Contem-nos um pouco da história do Crombie. Como surgiu?

Crombie: Somos de Niterói. A banda surgiu muito por acaso, todos nós frequentamos a Igreja Betânia desde pequenos, portanto já somos amigos faz tempo. Em 2006, mostrando um pro outro as músicas que estávamos fazendo, percebemos algo em comum. Resolvemos nos juntar em volta desse repertório e montar uma banda.

alforria: O som de vocês é feito com muito violões e outros instrumentos acústicos. O que vocês acham da popularização dos instrumentos digitais?

Crombie: Gostamos de música boa. Se ela tiver sido feita com o cuidado de soar bem e sobretudo fazer bem, o resto vira detalhe. Instrumento é o meio. Por causa de nossas composições, achamos melhor trabalhar com esses, mas gostamos de muitos outros.

alforria: Suas letras versam sobre temas do cotidiano, sem falar constantemente do nome de Deus. Esta é uma estratégia?

Crombie: Na verdade todo mundo compõe sobre o cotidiano. Estamos cantando sobre o nosso. Não é estratégia, é a linguagem comum.

alforria: As composições tem melodias muito bem elaboradas, que lembram muito a MPB. Quais são as influências nacionais da banda?

Crombie: A influência é a música nacional e o valor que ela tem. Gostamos de Gilberto Gil, Gerson Borges, Marisa Monte, Carlinhos Brown, Djavan, Marcelo Camelo, João Alexandre… muita gente.

alforria: Como vocês avaliam o mercado nacional de música cristã?

Crombie: O nicho da música cristã no mercado fonográfico brasileiro tem se fechado muito para outros segmentos, acaba criando uma linguagem própria e ficando incomunicável. Gostamos da comunicação.

alforria: Sofrem preconceito pelo estilo musical escolhido?

Crombie: ‘porenquanto’ não, nenhum tipo de preconceito.

alforria: Na hora de compor, o que vem primeiro: letra, melodia ou harmonia?

Crombie: Cada hora a música vem de um jeito. Algumas vezes escrevemos antes, em outras fazemos tudo de uma vez só. Fazemos música juntos ou sozinhos. O processo é bem diverso.

por Rafael Porto – alforria

Abaixo você confere um vídeo da banda cantando “Eternidade”. No Teatro da UFF.

+ www.myspace.com/crombies